Juruena contaminado

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Rio Buriti, na TI Tirecatinga – Foto: Guilherme Ruffing/OPAN

Rio Buriti, na TI Tirecatinga. Foto: Guilherme Ruffing/OPAN

Por: Dafne Spolti/OPAN*

Cuiabá-MT – Enquanto imponentes imagens das plantações de soja e algodão de Mato Grosso viajam mundo afora em catálogos e revistas, a sub-bacia do rio Juruena, que abriga algumas das maiores e mais lucrativas propriedades exportadoras de grãos do Brasil, fica encoberta. Não se conhece sua beleza, que é difícil conter em palavras, nem os povos que utilizam seus rios para beber água, tirar o peixe e viver intensamente sua cultura. Por isso mesmo, pouco se fala sobre como o carro-chefe da economia do país é nocivo não só para um dos locais mais exuberantes do Cerrado, as nascentes da bacia do Tapajós, mas para a saúde de quem vive ali.

“Com 17, 18 anos eu vi o rio Juruena bonito. Hoje você vê só água. Não tem mais nada. E onde nós vamos achar peixe? O peixe está contaminado. A ema anda onde passam veneno. A gente mata e come. Achamos veneno de formiga na beira do rio. Soja cresce na barriga do pacu. Estoura o bucho dele e ele morre. Por isso o peixe está acabando”, disse André Celino Nambikwara às margens do rio Buriti, no município de Sapezal. Veja mais em: http://amazonianativa.org.br/Noticias/Juruena-contaminado,2,441.html

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